CDs | Dominion – Hammerfall (Hellion Records, 2019)
30/08/2019 | Por
dominion

Review feito por: Elias Cavalheiro

dominionHammerfall lançou no dia 16 de agosto o seu mais recente álbum, Dominion, sendo este o 1º trabalho em estúdio da banda que sucede o Build to Last, lançado em 2016. Dominion já se mostra um álbum bem mais inspirado que seu antecessor, a começar pela primeira faixa, Never Forgive, Never Forget, que inicia de maneira lenta e pouco a pouco vai ganhando força, sendo uma boa música de abertura para os futuros shows da Turnê.

Em seguida vem a faixa título, Dominion, que pra muitos (inclusive pra quem vos escreve) é a melhor música deste grande disco. Seu riff inicial é bastante marcante, as melodias das guitarras acompanhadas de andamento lento da bateria, porém pesado. Com certeza se tornará um grande clássico para consagrar ainda mais a carreira da banda. Seguindo com as músicas Testify e One Against the World. Testify logo nas primeiras notas e pelo riff rápido até chega a lembrar algumas bandas de metalcore, como o Killswitch Engage e o Bullet For My Valentine. Nessa música merece o destaque também a voz de Joacim Cans que consegue exercer com muito êxito as notas altas e as notas graves, sem perder o brilho. One Against the World tem menor expressão se comparada com as anteriores, fica o destaque para o refrão em coro que é bem marcante.

A quinta faixa, (We Made) Sweden Rock, possui de longe o melhor refrão deste álbum, além de um ótimo solo de guitarra. Música garantida nas apresentações ao vivo. A balada deste disco fica com a música Second to One, que inicia num piano bastante melancólico e com os vocais impecáveis de Joacim Cans, lembrando muito a clássica e inesquecível Glory to the Brave, porém aqui a música só começa a ganhar peso aos 2 minutos, seguido de um solo lindíssimo de guitarra que harmoniza perfeitamente com o piano. Outra música que não pode faltar nos shows ao vivo.

Muitos discos de bandas famosas costumam ter um B side menos expressivo do que as primeiras músicas, o que definitivamente não acontece aqui. Scars of Generation e Dead by Dawn são faixas incríveis, que dão um novo gás ao álbum. A sétima faixa do álbum é rápida, agressiva e foi uma das que mais ouvi (e reouvi) para escrever esta análise. Já Dead by Dawn é um pouco mais cadenciada, com refrão forte e com ótimos solos de guitarra. Battleworn é uma curta faixa introdutória para a décima música, Bloodline, esta que será um total desperdício da banda se for deixada de lado nas apresentações ao vivo. Nesta música a bateria quem conduz os outros instrumentos, como se de fato ela estivesse na frente. Os solos de guitarra depois da metade da música são bem executados e as vozes conseguem levantar um coro que empolga muito nos refrões.

Chegando ao final de Dominion, Chain of Command é a penúltima música e é a mais apagada do disco. Não há muito o que se falar aqui, não é uma música ruim, apenas não está na mesma qualidade e inspiração das outras. And Yet I Smile é a 12º e última música, quase que uma balada por ser mais tranquila em relação as anteriores e faz bem seu propósito de finalizar este excelente trabalho que supera e muito o disco de 2016. Espero que a banda continue com sintonia para que mais discos como estes apareçam nos anos seguintes.

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